segunda-feira, 29 de agosto de 2011

As perseguições acompanham a vida do crente por toda a parte:


Jesus Cristo, o Filho de Deus, Aquele no qual nós cremos e que nós seguimos, disse muito claramente e de várias maneiras, que aqueles que o seguissem seriam perseguidos. Atentem para o fato que Jesus não disse que seus seguidores poderiam, por ventura, ser perseguidos, mas ele disse, sim, que decerto o serão perseguidos!


Vemos referências a tal propósito, quando Jesus disse: "“Felizes sois quando vos vituperarem e perseguirem, e, mentindo, disserem toda sorte de coisas iníquas contra vós, por minha causa. Alegrai-vos e pulai de alegria, porque a vossa recompensa é grande nos céus; pois assim perseguiram os profetas antes de vós." (Mt. 5:11-12);


Eu mesmo já fui perseguido, no passado, diversas vezes, por erros que eu de fato cometi e que eu, então, por saber-me culpado, tive muito medo e fugi, me ocultei, me esquivando de eventuais castigos, então merecidos, pelos meus atos. Mesmo me esquivando, com sucesso, perante os olhos do mundo, de tais perseguições, no meu âmago eu sentia, sempre, a cada dia, que foi tudo muito vergonhoso e triste com respeito a tais coisas, eu mesmo não conseguia me perdoar pelo que eu havia vivido.

Isso tudo já passou e agora eu começo a  me ver novamente perseguido, muito embora eu não me sinta perseguido, de fato. É que a tal perseguição atual é por causa da verdade, da palavra de Deus, que eu não consigo deixar de viver e apregoar e a qual o mundo odeia.

Eu juro que a sensação agora é totalmente diferente da de outrora: não há mais nada de medo nem de vergonha: eu só sinto uma coragem enorme, que supera aquela que eu possa ter tido em qualquer outra ocasião anterior de minha vida e uma perspicácia no manejo da palavra de Deus, que eu nem sonhava que eu poderia ter um dia, além de rencontros surpreendentes e maravilhosas com pessoas que eu conheci anteriormente e que de modo misterioso se encontram agora na mesma rota que eu.

Muito embora eu saiba que logo ali em frente existe uma turba de perseguidores que me odeiam por causa das coisas que eu creio, sendo clara as palavras rudes e de afronta que estes me retornam, mas eu já não consigo vê-los individualmente com clareza, pois é como se eles se tornassem tão somente uma massa disforme, algo impessoal.

" Se o mundo vos odeia, sabeis que me odiou antes de odiar a vós. Se vós fizésseis parte do mundo, o mundo estaria afeiçoado ao que é seu. Agora, porque não fazeis parte do mundo, mas eu vos escolhi do mundo, por esta razão o mundo vos odeia. Lembrai-vos da palavra que eu vos disse: O escravo não é maior do que o seu amo. Se me perseguiram a mim, perseguirão também a vós; se observaram a minha palavra, observarão também a vossa. Mas, farão todas estas coisas contra vós por causa do meu nome, porque não conhecem aquele que me enviou." (Jo 15:18-21) … "Tenho falado estas coisas para que não tropeceis. [Os] homens vos expulsarão da sinagoga. De fato, vem a hora em que todo aquele que vos matar imaginará que tem prestado um serviço sagrado a Deus. Mas, farão estas coisas porque não vieram a conhecer nem o Pai nem a mim." (Jo 16:1-3);

"“Mas, antes de todas estas coisas, as pessoas deitarão mãos em vós e vos perseguirão, entregando-vos às sinagogas e às prisões, sendo vós arrastados perante reis e governadores por causa do meu nome. Isto vos resultará num testemunho. Portanto, assentai nos vossos corações não ensaiar de antemão como fazer a vossa defesa, porque eu vos darei uma boca e sabedoria, à qual todos os vossos opositores juntos não poderão resistir, nem [a] disputar. Além disso, sereis entregues até mesmo por pais, e irmãos, e parentes, e amigos, e eles entregarão alguns de vós à morte; e vós sereis pessoas odiadas por todos, por causa do meu nome. Contudo, nenhum cabelo de vossa cabeça perecerá de modo algum. Pela perseverança da vossa parte adquirireis as vossas almas." (Lc 21:12-19).

O apóstolo Paulo confirmou que nós Cristãos fomos chamados a ser perseguidos por causa de Cristo. Ele disse, de fato, aos Tessalonicenses que nós estamos destinados a sofrer (ver 1 Ts. 3:3), e a Timóteo que "De fato, todos os que desejarem viver com devoção piedosa em associação com Cristo Jesus também serão perseguidos." (2 Tm 3:12).

Durante uma certa fase passada recente de minha vida, no âmbito da minha recuperação como adicto, eu me preocupei muito com a questão relacionada com o termo "resiliência". A resiliência é um conceito psicológico novo, emprestado da física. Na física, resiliência é um conceito que se refere à propriedade de que certos materiais são dotados, de absorver e acumular energia quando submetidos ao estresse (tensão) de uma força exterior que lhes é aplicada, porém sem que ocorra ruptura de forma alguma. Após a tensão cessar poderá ou não haver uma devolução (descarga) da energia armazenada, como um corda elástica ou uma vara de salto em altura, que verga-se até um certo limite sem se quebrar e depois retorna à forma original, dissipando a energia acumulada, lançando o atleta para o alto..

Já em psicologia, resiliência é definido como a capacidade que um indivíduo tem de lidar com problemas, superar obstáculos, resistir à pressão de situações adversas, em suma, lidar com as frustrações inevitáveis, choques e estresses etc. - sem entrar em surto psicológico. No contexto das organizações humanas, a resiliência é vista nas circunstâncias de tomada de decisão quando, entre a tensão do ambiente e a vontade de vencer. O foco em tais conquistas, face das decisões, propiciam forças na pessoa para enfrentar a adversidade. Assim entendido, pode-se considerar que a resiliência é uma combinação de fatores que propiciam ao ser humano condições para enfrentar e superar problemas e adversidades.

Ao pesquisar e estudar sobre resiliência, eu pretendia, dominando-a, usá-la como ferramenta, como arma de defesa, em todos os contextos da minha vida, no meu dia a dia, incluindo a minha defesa quanto a perseguições por causa da fé. Todavia mais uma vez Jesus me surpreende com a sua simplificação de tudo. A simplicidade que há em Cristo me diz tão somente: “Porém, quando vos levarem perante assembleias públicas, e [perante] funcionários do governo e autoridades, não fiqueis ansiosos quanto a como ou o que haveis de falar em defesa, ou o que haveis de dizer; pois o espírito santo vos ensinará naquela mesma hora as coisas que deveis dizer.” (Lc 12:11-12). De modo que, a minha preocupação com o desenvolvimento de resiliência, simplesmente não procede.

O apóstolo Paulo sofreu muito pelo nome de Cristo: eis algumas das suas palavras sobre os seus sofrimentos padecidos por ser perseguido por causa do Evangelho: "Dos Judeus cinco vezes recebi quarenta açoites menos um. Três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado; …. em fome e sede, …. em frio e nudez" (2 Co. 11:24,27), e ainda: "Porque tenho para mim, que Deus a nós, apóstolos, nos pôs por últimos, como condenados à morte; pois somos feitos espetáculo ao mundo, aos anjos, e aos homens. Nós somos loucos por amor de Cristo, e vós sábios em Cristo; nós fracos, e vós fortes; vós ilustres, e nós desprezíveis . Até a presente hora padecemos fome, e sede; estamos nus, e recebemos bofetadas, e não temos pousada certa, e nos afadigamos, trabalhando com nossas próprias mãos; somos injuriados, e bendizemos; somos perseguidos, e o suportamos; somos difamados, e exortamos; até o presente somos considerados como o lixo do mundo, e como a escória de todos " (1 Cor. 4:9-13).

Como adicto em recuperação eu confesso que tenho, hoje, facilidade em compreender a mensagem de Paulo, fazendo analogia do amor a Cristo e ao Evangelho a loucura, fraqueza e desprezo, uma vez que eu pude conhecer e viver em mim mesmo a mais absoluta e profunda loucura, fraqueza e desprezo que são propiciadas pela mais poderosa ferramenta de destruição que o poder superior iníquo preparou para este tempo do fim, com o intuito de devorar as almas dos seres humanos mais renitentes, ignorantes e egocêntricos: o uso e abuso de substâncias que alteram o seu humor e sua capacidade de escolha: as drogas. Depois de passar pelo horror do mundo das drogas, nunca mais a palavra de Deus pôde parecer-me em nada louca, fraca ou desprezível, mas ao contrário, sábia, poderosa e fundamental.

Os santos de Jerusalém ( ver At 8:1-3), os de Tessalônica (ver 1 Ts. 2:14), os de Esmirna (ver Ap. 2:8-11), os de Pérgamo (ver Ap. 2:13), sofreram muitas coisas por amor do Senhor Jesus.

Estêvão foi apedrejado pelos Judeus e morto (ver. At 7:54-60), Tiago irmão de João foi morto por mão de Herodes (ver At 12:1-2), Antipas foi morto pelo nome de Cristo (ver. Ap. 2:13). Numa das passagens mais impressionantes da Bíblia, João na visão que teve na ilha de Patmos viu as almas daqueles que tinham sido mortos por causa da Palavra de Deus e pelo testemunho que deram (ver. Ap. 6:9-11).

Os verdadeiros Cristãos sempre foram perseguidos em qualquer época e lugar que tenham vivido. Algumas vezes a perseguição será mais forte outras vezes menos forte, mas a perseguição haverá sempre. Outro dia li em um site de internet, que na época do ditador Nicolae Ceausescu, um crente romeno recebeu a visita da polícia secreta que revistou toda a casa e confiscou muitos livros cristãos. Prenderam e levaram o crente ao tribunal. Interrogaram-no duramente por dez horas. Ao final, os juízes perguntaram: Tem algo mais a acrescentar?

– Senhores, este interrogatório e prisão não me surpreenderam, porque eu sabia que isso iria acontecer. O Senhor Jesus disse aos Seus discípulos que, se queriam segui-lo, seriam presos e sofreriam. Os senhores teriam me prendido se eu não fosse cristão?

– Não.

– Portanto, a Bíblia é verdadeira. Estou disposto a suportar as consequências de minha fidelidade e a pagar o preço. O trabalho de vocês consiste em estabelecer esse valor; o meu é pagá-lo com alegria, porque amo a Deus. Ele me fortalecerá para suportar essa prova. Mas quero que saibam que Ele também os ama.

Os juízes, espantados, se entreolharam e disseram ao acusado: – Vá para casa. Depois de tudo, o seu caso não é da alçada da justiça humana.

Embora o mundo esteja contra os que creem em Jesus, isso não deve desanimá-los, pois o amor de Deus os consola. Além disso, a esperança e a fé os faz alcançar a vitória. O próprio Senhor Jesus carregou uma cruz e morreu pregado nela; e Ele categoricamente afirmou: “Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz, e siga-me” (Mc 8:34). Existe uma cruz para nós e existe um preço a pagar por seguir o Senhor Jesus. Não se engane, “no mundo tereis aflições” (Jo 16:33). De modo que não existe Evangelho sem sofrimento, "Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós cada vez mais abundantemente um eterno peso de glória; não atentando nós nas coisas que se veem, mas sim nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, enquanto as que se não veem são eternas" (2 Cor. 4:17-18). Aliás, é justo que nós soframos porque também Jesus Cristo tem sofrido muito por nós. Por que não haveríamos nós de sofrer por amor do seu nome? E, além disso, as aflições cooperam para o nosso bem porque, como diz Paulo, produzem em nós paciência (ver. Rom. 5:3) e a paciência cumpre perfeitamente a obra de Deus em nós (ver. Tg 1:2-4).

Portanto, não murmuremos contra Deus no meio das aflições, mas oremos encomendando as nossas almas ao fiel Criador, fazendo o bem (ver. Tg 5:13 e 1 Pe. 4:19). Não desanimemos, pois é normal, justo e útil aquilo que nos sucede. Alegremo-nos de sermos julgados dignos de ser vituperados e perseguidos pelo nome de Jesus.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

O Cartão de Visitas e a Bíblia

'Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima'. Louis Pasteur


Um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem universitário, que lia o seu livro de ciências. O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia e estava aberta no livro de Marcos. Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:

- O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?

- Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Estou errado?

- Mas é claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a História Universal. Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda crêem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.

- É mesmo? E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia?

- Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.

O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário.

Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo sentindo-se pior que uma ameba. No cartão estava escrito: Professor Doutor Louis Pasteur, Diretor Geral do Instituto de Pesquisas Científicas da Universidade Nacional da França.

(Fato verdadeiro, integrante da biografia de Louis Pasteur,ocorrido em 1892)

sábado, 6 de agosto de 2011

O Chamado de Deus

Convido o leitor a analisar três versículos, partindo da premissa de que eles estão interligados e ligado a um mesmo fenômeno, o qual eu denomino aqui de: “O Chamado de Deus”

1. Jesus disse-lhe: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim. (Jo 14:6)

2. Ninguém pode vir a mim, a menos que o Pai, que me enviou, o atraia; (Jo 6:44a)

A conclusão que eu mesmo chego é a de que é o próprio Senhor Jeová quem nos atrai primeiro, ou seja, quem nos escolhe e nos chama, e, o chamado é para seguirmos a um caminho designado por Ele: o caminho é seguirmos a Jesus Cristo, imitando-o.

Assim, Paulo, apóstolo de Cristo Jesus, pela vontade de Deus, recomenda-nos a imitação de sua própria vida porque ele imitava a Cristo: "Sede meus imitadores, como também eu de Cristo" (1Co 11:1) e também: “Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores (1Co 4:16).

Uma vez atraídos, por aceitarmos o chamado do Senhor Jeová, significa que passamos então a ser imitadores de Cristo, dia após dia, seguindo-o continuamente. Assim, foi Deus quem pôde se chegar a nós primeiro e nos atrair, de modo que agora, por aceitarmos o chamado, passamos a seguir a Cristo, e, por fim, nós poderemos nos chegar também diretamente a esse mesmo Deus que nos atraiu e que nos amou primeiro.

Prosseguiu, pois, Jesus: Quando tiverdes levantado o Filho do homem, então conhecereis que eu sou, e que nada faço de mim mesmo; mas como o Pai me ensinou, assim falo. Jo 8:28

Uma vez aprovados em parte e chamados por Deus, em geral passamos a sentir em nosso coração, em grau maior ou menor, o desejo de seguir ao seu Cristo, pois é isso que o chamado de Deus faz em nós, pois Ele mesmo é o responsável pela determinação de que não há como se chegar a Ele, sem trilharmos o caminho de sermos imitadores do Senhor Jesus.

Entretanto, a minha própria experiência com o meu chamado me revela que eu posso ou não obedecer ao chamado. Pode ocorrer de eu estar fraco e me permitir ser dominado por temores imaginários e aquele que teme não é perfeito em amor. (ver 1Jo 4:18). No entanto, ao que tudo indica, me parece que o Senhor Jeová não desiste nunca de um chamamento que fez, de modo que, o ser humano que é chamado e por se sentir ainda fraco, renega o chamado, resulta como quem passa a viver tal como um perseguido, um fugitivo do chamado.

Aquilo que ocorreu com o profeta Jonas deixa muito clara a realidade disso: não há como fugir, de modo definitivo, de um chamado do Senhor. Tentar fazê-lo, a mim mesmo custou perdas de tempo e de recursos preciosos que, mesmo eu hoje sabendo que, no devido tempo de Deus, tais perdas me serão mais do que restituídas, a experiência toda foi, de fato, muito traumática e tais provações poderiam ter sido evitadas, se eu tivesse, de imediato, demonstrado boa vontade e sido obediente ao chamado de Deus. Mas eu estava realmente fraco ao ser chamado e precisei das provações para ser aperfeiçoado no amor.

3. Ele prosseguiu então a dizer a todos: “Se alguém quer vir após mim, repudie-se a si mesmo e apanhe a sua estaca de tortura, dia após dia, e siga-me continuamente. ...” (Lc 9:23)

Uma vez que eu obedeço ao chamado e começo a seguir a Cristo, não me convém imaginar que deste momento em diante, na minha vida, as provas acabaram e irá acontecer só vitórias, pois de fato não será assim. Enquanto não vier o que é perfeito, o meu aperfeiçoamento requer aprendizagem contínua, portanto provação contínua e eu me alegro sinceramente na prova.

Paulo tinha conhecimento desta circunstância quando falou: “E vós vos tornastes imitadores nossos e do Senhor, visto que aceitastes a palavra sob muita tribulação, com alegria de espírito santo, de modo que viestes a ser um exemplo ...” (1Ts 1:6-7).

Eu devo considerar que eu continuo a viver no mundo, neste mesmo mundo que ainda jaz no poder do iníquo (ver 1Jo 5:19). O que eu devo esperar então?

Quando esteve vivendo entre nós como homem o Senhor Jesus respondeu a essa questão, a fim de que seguindo-o de contínuo, nele, nós tivéssemos paz: “No mundo tereis aflições (realidade fatídica), mas tende bom ânimo (resposta à realidade), eu venci o mundo (resultado final).” (Jo 16 : 33). Portanto, eu devo esperar pelas tribulações, todavia com o bom ânimo de Cristo, crente de que minha atitude e minha fé, funciona e vale a pena.

Eu não devo permitir, em momento algum, que as tribulações que fatalmente me aflijam, venham a me desanimar e me afastar do meu chamado da parte de Deus. Devo sim, me esforçar em manter sempre um genuíno bom ânimo. Pedro, apóstolo de Jesus Cristo, inspirado pelo poder do santo espírito de Deus nos alerta: Mantende os vossos sentidos, sede vigilantes. Vosso adversário, o Diabo, anda em volta como leão que ruge, procurando [a quem] devorar. (1Pe 5:8)

Se decidimos ouvir e aceitar a um chamado de Deus para seguir a Cristo, devemos estar consciente de que precisamos sujeitarmo-nos , portanto, a Deus e opormo-nos ao Diabo, de modo que ele fuja de nós. (ver Tg 4:7). O diabo fugirá de nós, não por nós mesmos, pois nós não temos em nós mesmos poder para isso, mas por causa da nossa total sujeição a Deus, como seguidores e imitadores fieis de Jesus.

Lembremo-nos que, por ser apropriado executar tudo o que é justo, o homem Jesus também atendeu ao seu chamado de Deus, com o seu batismo e foi a partir dali que Jesus recebeu o Espírito Santo de Deus e foi anunciado por Ele como sendo o seu filho amado a quem Ele vinha aprovando. (ver Mt 3:15-17).

A narrativa que vem a seguir (Mt 4:1-11), mostra que Jesus foi então conduzido pelo espírito ao ermo, para ser tentado pelo Diabo, sendo que após ter sido debilitado por um longo jejum foi tentado por três vezes, mas Jesus resistiu, foi assertivo e manteve-se fiel a Jeová e sua palavra, de modo que por fim o próprio Jesus se sentiu autorizado a ordenar-lhe: “Vai-te, Satanás!” e só então o Diabo deixou-o.

Eu devo resistir ao diabo com o bom ânimo de um imitador de Cristo, com a sabedoria que convém a tal circunstância. Eu não devo maldizê-lo e nem desafiá-lo, pois isso não me seria prudente e nem compete a mim julgá-lo., Eu devo lembrar que no livro de “Judas, escravo de Jesus Cristo, mas irmão de Tiago, aos chamados que são amados em relação com Deus ...” (Jd 1), eu encontro o alerta que me diz que, “o arcanjo Miguel, quando contendia com o Diabo e disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou lançar juízo de maldição contra ele; mas disse: O Senhor te repreenda. (Jd 9)

Portanto, resistir ao diabo significa uma resistência inflexível, porém pacifica e ordeira. Isso não significa covardia, mas sim sabedoria e “a excelência do conhecimento é que a sabedoria preserva vivos os que a possuem.” Ec (7:12). De fato, se por causa das várias tribulações que me afligem, eu me estressar e disser que eu “odeio o Diabo”, como eu já fiz outrora, eu estou caindo em uma armadilha. Com isso estarei agradando o próprio Diabo e renegando em seguir, verdadeiramente, a Jesus Cristo, que me ordenou enfaticamente o que eu devo fazer: “Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus”.

Se eu, de fato, fui chamado por Deus e sou mesmo um escolhido, eu devo ter a maior misericórdia possível pelos que não o foram ainda, principalmente pelos que andam perdidos e mais ainda se alguém dentre estes for usado para fazer algum mal diretamente a mim, pois as aflições que eles vivenciam em suas tristes vidas, são em muito superiores as minhas próprias e eu não sei sobre o dia de amanhã e também não conheço os detalhes do plano de Deus. Alguém que hoje anda por caminhos torpes poderá, amanhã, ser também chamado e levantado por Deus, assim como eu mesmo creio que eu tenho sido.

A misericórdia de Deus foi oferecida, por meio do sangue de Jesus, a todos. Eu devo dar o exemplo do amor ao me relacionar com aqueles que ainda não creem, devo acreditar que a condição destes é só por hoje e não ser egoísta e desejar guardar esta bênção só para mim, pois ela me foi dada para ser partilhada, “não tornando mal por mal, ou injuria por injuria; antes, pelo contrário, bendizendo; sabendo que para isto fostes chamados, para que por herança alcanceis a benção. (1Pe 3:9). Eu devo divulgar as boas novas a todos, usando como ferramenta não apenas a palavra de poder, mas também dando mostra viva do poder da palavra em mim mesmo.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Os 12 passos e a recuperação: sexto e sétimo passos do Programa de N.A.





Ruinas de Harã, sítio arqueológico no sul da Turquia (hoje)


6º. Prontificamo-nos inteiramente a deixar que Deus removesse todos esses defeitos de caráter.

7º. Humildemente pedimos a Ele que removesse nossos defeitos.


Eu creio que NÃO caiba aqui, nestes passos, qualquer ênfase à pergunta “Será que eu reconheço que não tenho condições de salvar a mim mesmo?”, pois se assim for, se essa pergunta ainda tiver que ser feita, significa que eu não deveria ter avançado para além do passo 2 e que eu preciso, de fato, voltar a ele (Passo 2), agora.

Entretanto eu posso sim, tão somente recordar, que eu já tenho a resposta para esta questão a fim de me ASSEVERAR, de que eu possuo a base e que eu posso, com toda firmeza, seguir em frente.

Este é o ponto exato em que eu tenho que abandonar, que eu tenho que abdicar dos meus próprios objetivos limitados e avançar em direção à perfeita vontade de Deus para conosco.

Nem sempre é fácil conhecer a "vontade de Deus", e, ainda existe a questão que eu cheguei até aqui concebendo meu próprio Deus “da maneira como eu o compreendia” até então, de modo que, eu, particularmente, não consigo vislumbrar uma via de progresso na minha recuperação, para além (desses Passos 6 e 7), sem que o conceito de Deus se torne algo absolutamente claro e consistente para mim.

Aqui, nestes Passos 6 e 7, eu e o meu Deus passaremos a AGIR CONJUNTAMENTE, a fim de remover os meus próprios "defeitos de caráter", as minhas "imperfeições", de modo que, um exato conceito daquilo que é e daquilo que não é um "defeito de caráter", daquilo que é e daquilo que não é uma "imperfeição" e do que pode ser e do que não pode ser "aceitável a Deus", pode variar na mesma proporção em que varia a minha própria concepção sobre o meu Deus.

Então, está é a primeira grande questão aqui: ter a concepção do meu Deus, da maneira como eu o compreendo, de uma forma absolutamente clara e consistente. É por isso que se diz que em Narcóticos Anônimos nada é imposto, tudo é sugerido. O guia de passos do programa de recuperação de Narcóticos Anônimos é de suma importância (e também pé obra de Deus), mas cada qual passa agora a depender da sua exclusiva relação com o o seu próprio Deus, para seguir em frente.

O personagem bíblico Noé teve três filhos: Sem, Cão e Jafé. Depois do Dilúvio os filhos de Noé formaram originalmente uma única nação e a humanidade falava uma única língua. Todavia, como podemos constatar em Ge 10:25, nos tempos de Pelegue se repartiu a terra e conforme Ge 10:31, segundo suas famílias, segundo as suas línguas, nas suas terras, segundo as suas nações: a humanidade se encontrava então dividida. O capitulo 11 de Ge, narra como tal divisão sucedeu.

Ora, deslocando-se e espalhando-se em direção do oriente, os homens descobriram uma planície na terra de Babilônia e depressa a povoaram. E começaram a falar em construir uma grande cidade, para o que fizeram tijolos de terra bem cozida para servir de pedra de construção e usaram betume em vez de argamassa. E nessa cidade projetaram levantar uma torre altíssima que chegasse até aos céus, qualquer coisa que se tornasse um monumento a si próprios, tornado célebre os seus próprios nomes. Isto, disseram, impedirá que nos espalhemos ao acaso pela terra toda.

Tal projeto, muito provavelmente, foi intentado sob a chefia (ou reinado) de Nimrod (também grafado Ninrode ou Nemrod), que é um personagem biblico descrito como o primeiro poderoso na terra (Ge 10:8; 1Cr 1:10). Filho de Cuxe, que era filho de Cão, que era filho de Noé. Segundo a Wikipédia, os escritos rabínicos derivaram o nome Ninrode do verbo hebraico ma·rádh, que significa "rebelar". Assim, o Talmude Babilônico (Erubin 53a) declara: "Então, por que foi ele chamado de Ninrode? Porque incitou todo o mundo a se rebelar (himrid) contra a Sua soberania (contra a sabedoria e Deus).

Sobre este homem, Josefo escreveu: "Pouco a pouco, transformou o estado de coisas numa tirania, sustentando que a única maneira de afastar os homens do temor a Deus era fazê-los continuamente dependentes do seu próprio poder. Ele ameaçou vingar-se de Deus, se Este quisesse novamente inundar a terra; porque construiria uma torre mais alta do que poderia ser atingida pela água e vingaria a destruição dos seus antepassados. O povo estava ansioso de seguir este conselho, achando ser escravidão submeter-se a Deus; de modo que empreenderam construir a torre [...] e ela subiu com rapidez além de todas as expectativas." — Jewish Antiquities (Antiguidades Judaicas), I, 114, 115 (iv, 2, 3)

O Senhor desceu para ver a cidade e a torre que estavam a levantar e concluiu: se isto é o que eles já são capazes de fazer, sendo um só povo com uma só língua, não haverá limites para tudo o que ousarem fazer. Vamos descer e que a língua deles comece a diferenciar-se noutras línguas, de forma que uns não entendam os outros.

E foi dessa forma que o Senhor os espalhou sobre toda a face da terra, tendo cessado a construção daquela cidade. Por isso ficou a chamar-se Babel , porque foi ali que o Senhor diferenciou a língua dos homens, e espalhou-os por toda a terra.

Desde Adão, passando por Noé, seguido por Sem, após uma longa linhagem, chegamos a Abrão; O pai de Abrão, de nome Terá, saiu de Ur, que ficava na terra dos caldeus, sendo esta uma importante cidade do sul da Mesopotâmia e às margens do rio Eufrates. A Bíblia nos revela em Ge 11:31 que o destino final de Terá deveria mesmo ser Canaã, mas que de fato ele acabou vindo a se fixar em uma nova localidade, de nome Harã. Terá levou Abrão e Sarai consigo. Também levou seu neto, Ló, porque o pai de Ló, filho de Terá e irmão de Abrão, de nome Harã, havia morrido em Ur.

Estevão, de modo formidável nos revela que Deus apareceu a Abraão quando ele ainda estava em Ur dos Caldeus, ou seja, “enquanto ele estava na Mesopotâmia, antes de fixar residência em Harã” (At 7:2). Aqui vemos que Terá, pai de Abrão, saiu dali, com toda sua família, para ir à terra de Canaã, talvez movido por este chamado de Abrão, mas pararam em Harã, que ficava a uns 850 km a noroeste de Ur, e ali ficaram.

Segundo a Wikipédia, Harã, (em hebraico: חרן, harran, conhecido na antiguidade como Carrhae), é atualmente um sítio arqueológico no sul da Turquia. Harã também é o nome do irmão de Abrão (pai de Ló), falecido jovem quando o seu pai, Terá, ainda se encontrava em Ur dos caldeus. Tal fato explica o motivo do nome do lugar, pois, segundo o texto bíblico, Terá deixou Ur com Abraão, Naor, Ló e Sara com destino à Canaã, mas acabou estabelecendo-se num local que, apesar de chamar-se originalmente Carrhae, passou a ser denominado de Harã, em homenagem ao filho falecido.

Vemos aqui, que Deus já começava a trabalhar na vida de Abrão para levá-lo para a terra da promessa, mas seu pai não entendia isso com clareza e acabou atrasando este trabalho. O próprio Abrão não compreendera a dimensão da importância do chamado de Deus, se fixando em Harã junto com seu pai, de modo que, assim, Abrão precisou ser chamado duas vezes.

Com isso, nós podemos concluir que nenhuma outra pessoa pode impedir algum plano de Deus em nossas vidas, todavia, por estamos associados intimamente tal pessoa, esse alguém pode trazer atraso no plano de Deus. Assim, um parêntese se abriu na vida de Abrão até que Terá morreu, de modo que Terá não chegou a Canaã, pois morreu em Harã.

Não é possível precisar, nem mesmo a grosso modo, quanto tempo se passou desde o dia em que Deus fez diferenciar a língua falada pela humanidade, dispersando os seres humanos em diferentes nações, até o próximo evento importante, que é quando Deus chama a Abrão pela primeira vez.

No entanto, é possível sim, seguindo os eventos genealógicos desde Ge 11:10 até Ge 12:4 calcular o exato tempo entre o evento do dilúvio e a resultante partida de Abrão de Harã após Deus fazer a sua segunda chamada: transcorreram-se 367 anos. Portanto, foi um longo tempo, em que Deus interveio muito pouco nas questões humanas, de modo que, a obediência de Abrão, em atender ao segundo chamado de Deus, é um marco importante. De fato, nesta ocasião, no encontro entre Deus e Abrão, Ele tomou três iniciativas: Fez um chamado (Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei.), fez uma promessa (e far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome) e fez um desafio: e tu serás uma Benção! (Gn 12:1-3).

É quando chego ao meu Passo 6 e 7, que eu, adicto em recuperação, me vejo nas condições semelhantes a de Abrão no momento do seu segundo chamado, no momento em que me é dada mais uma derradeira chance, em que eu tenho que escolher abandonar, que eu tenho que optar por abdicar dos meus próprios objetivos limitados e avançar em direção à perfeita vontade de Deus para comigo. Olho então para o sexto passo e concluo que a boa vontade é indispensável.

Será que se Abrão tivesse seguido apenas parcialmente ao seu segundo chamado da parte de Deus, ele teria tido, posteriormente, outras chances extra de fazê-lo? O Senhor é bom e Sua misericórdia dura para sempre, todavia, não devemos tentar ao Senhor nosso Deus, relembro que nem mesmo Jesus, o filho unigênito, ousou fazer isso.

Ao que tudo indica, depois de Noé, nenhum outro homem havia tido ainda o privilégio de “falar com Deus”, isto só vinha a acontecer novamente agora, com Abrão. Fora o fato de que Deus dividiu a humanidade segundo as línguas, pouco Ele havia intervindo por um longo período na história humana e a falta de contato íntimo apaga qualquer temor, em outras palavras, quando Deus insta Abraão a deixar o conforto da sua casa e da sua parentela, por que ele deveria ele acatar?

Todavia, como sabemos, Abraão acatou e pouco depois, Abraão e os de sua casa saíram de Harã e partiram para Canaã. Ali Jeová disse: ‘Esta é a terra que darei aos seus filhos.’ Abraão ficou em Canaã e viveu em tendas. Deus passou a ajudar a Abraão, e este veio a ter muitos rebanhos de ovelhas e de outros animais, e centenas de servos. Abração passou a ser tido como amigo de Deus.

A história da chamada de Abrão serve como base para duas lições importantes:

Em primeiro lugar aprendemos que, no relacionamento entre o homem e Deus, é sempre Deus quem toma a iniciativa. De fato, o livro de Josué nos revela que Abrão pertencia a uma família pagã, que adorava falsos deuses (Js 24:2). Somente por iniciativa do Deus verdadeiro aquele homem virou as costas para a religião de sua família e se tornou obediente ao Senhor. Quer maior eliminação de defeito de caráter do que essa, a de deixar de adorar coisas que não são deus para passar a adorar e obedecer ao verdadeiro Deus amoroso.

É sempre Deus quem dá o primeiro passo na busca do homem perdido já que, como ensina Paulo, "não há ninguém que tenha perspicácia, não há ninguém que busque a Deus." (Rm 3:11). Lembremos ainda que Jesus ensinou isso claramente quando disse: "Ninguém pode vir a mim, a menos que o Pai, que me enviou, o atraia; ..." (Jo 6.44). Assim, aqueles que buscam a Deus e andam com Ele devem reconhecer com humilde e gratidão que só fazem isso porque o próprio Senhor, por sua graça e misericórdia, um dia os impulsionou. Assim Deus elimina do coração do homem uma grave imperfeição, por semear nele a humildade.

Em segundo lugar, a história da chamada de Abrão nos ensina algo sobre “fé”. De fato, o autor da carta aos Hebreus nos diz: "Pela fé Abraão, quando chamado, obedeceu, saindo para um lugar que estava destinado a receber em herança; e ele saiu, embora não soubesse para onde ia." (Hb 11:8). Nesse texto, vemos a forte conexão entre fé e obediência. Não se trata de uma obediência qualquer, mas uma obediência que se realiza, mesmo quando aquele que crê não entende o que Deus tem em mente.

Assim, o homem de fé é aquele que obedece mesmo sem compreender as razões ou os propósitos das orientações de Deus. Ele obedece porque sabe que Deus é Deus e que seus caminhos não podem ser submetidos ao julgamento da limitada mente humana: é a fé da obediência incondicional. Assim, Deus eliminou qualquer traço de imperfeição da rebeldia e despertou a fé genuína de seu amigo Abrão.

Com isso, Abrão desenvolveu-se como um dos maiores homens de todos s tempos, um homem centrado, um homem dado a assertividade, que sabia de verdade o que queria e aonde queria chegar; que partia sempre de um pensamento realmente positivo; que sabia ser proativo para atingir os resultados.

Além de estimado pelo seu próprio Deus, Abrão se tornou um homem de grande autoestima, de enorme determinação, um homem que desenvolvia empatia com facilidade, um homem mais sociável, de maior adaptabilidade, maior autocontrole, tolerante a frustrações (dotado de resiliência), capaz de aceitar que não se pode apenas ouvir “sim”, pois exite o “não” que é pertinente e justo. Isto significa aceitar a diversidade humana.

Existem pessoas mais resistentes à frustração que outras. Algumas pessoas passam por problemas sérios, morre-lhes um ente querido, são demitido de bons empregos, leva um fora de uma namorada, mas ficam firmes. Estes são os resilientes. Tem crianças que viveram maus tratos, pobreza, ambiente familiar conflituoso e ainda assim, se tornaram adultos bem ajustados. Novamente são os resilientes. Outros, se descompensam com qualquer coisa, nas suas relações com outros homens não conseguem ser como Abrão, não conseguem ser assertivos e manter-se no justo meio termo entre dois extremos inadequados, um por excesso (agressão), outro por falta (submissão).

Se você já é como Abrão, parabéns, se não, saiba que nem tudo está perdido, há como desenvolver resistência à frustração (resiliência) e assertividade, há como aprender a vencer as frustrações da vida e ter relacionamentos bem sucedidos. Busque com sinceridade a ajuda de Deus, peça a Ele de contínuo, por ajuda, Ele por fim ouvirá ao seu clamor aflito e dará o primeiro passo em sua direção, de modo que, você passará também a ser um escolhido dEle.

Antes de tudo, procure sempre se lembrar: … aquele que olha de perto para a lei perfeita que pertence à liberdade (que é a Bíblia, a Palavra de Deus) e que persiste nisso, este, porque se tornou, não ouvinte esquecediço, mas fazedor da obra, será feliz em fazê-la. (Tg 1:25).
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Este trabalho de André Luis Lenz, foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - CompartilhaIgual 3.0 Não Adaptada.
 
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